A maioria das mulheres passa por esse momento desafiador em suas vidas: lidar com a dificuldade de retornar ao trabalho e deixar seu bebê em casa com babá ou em creche. Algumas enfrentam até mesmo crises de identidade e depressão pós-parto.

Muitas mães lidam com o ápice do estresse ao ter que lidar com a dupla jornada, e ter decisões difíceis para tomar tanto em casa quanto no trabalho. É a contínua preocupação em ser uma boa mãe e, ao mesmo tempo, ser bem-sucedida profissionalmente.

Sensação de vínculo imediato, hormônios em transmutação no corpo, saudade do filho. E para as mães de primeira viagem há o medo do desconhecido. Mesmo sendo um período de profundas mudanças é o mais importante na vida de uma mulher. Foi-se o tempo em que ser mãe era motivo para desistir de uma carreira bem-sucedida. Hoje as profissionais sabem que a maternidade potencializa as competências e ajuda na gestão de carreira e negócios.

O mais importante é não sentir culpa por deixar o filho aos cuidados de outra pessoa, culpa por ficar longe durante o dia, culpa até por querer continuar a profissão. O desafio agora é reconhecer que abrir mão do trabalho pode significar insatisfação profissional futuramente. O essencial é a qualidade do tempo que a mãe terá com sua criança – e não a quantidade. Assim como a maternidade, a carreira também faz parte dos seus sonhos. É possível ser incrível nos dois!

Lembre-se que você não é a primeira mãe a passar por isso nem será a última. Converse com outras mulheres que também tenham dupla jornada. Se for possível, busque acompanhamento psicológico. Não é vergonha não se adaptar no retorno ao trabalho: respeite seu próprio processo.

Esse é só o começo, as fases mudam e as dificuldades também. Mas a saudade sempre permanece.

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